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Linda Música dos anos 70 – Povo afro e orixás!!!!

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Para pensar!!!

Reflexão II

A igualdade só poderá ser soberana nivelando as liberdades, desiguais por natureza.
Charles Maurras
A civilização é a razão da igualdade.
Camilo Castelo Branco
O Sonho da igualdade só cresce no terreno do respeito pelas diferenças.
A educação é a maior ferramenta para á igualdade social entre os homens.
O pensamento; a sua arma.
A liberdade; a sua causa.
Sua felicidade… A igualdade entre as raças.
(Trecho da letra “Incorrigível, Exagerado”, que fiz em homenagem a mim mesmo e à Cazuza)
Somos apenas uma igualdade de várias diversidades.
Só haverá igualdade quando os homens não se classificarem mais pela sua cor…

Reflexão

“O saber é uma luz que existe no homem.
É a herança de tudo aquilo que nossos ancestrais puderam conhecer
E que se encontra latente em tudo
Que nos transmitiram,
Assim como o baobá
Já existe em potencial em sua mente.”
 Amadou Hampâte Ba
Escritor africano do Mali

     Nunca foi fácil lidar com as diferenças neste mundo tão desigual.

A diversidade está em toda parte
basta que comparemos grupos humanos.
Numa sala de aula, de alunos ditos “normais”,
podemos perceber diferenças pois que cada ser é único.
O nosso Paulo Freire nos ensina que a visão do educador
deve, necessariamente, respeitar o educando, ou seja,
“Ensinar exige reconhecimento e assunção da identidade cultural”.
 A valorização do outro com suas peculiaridades é muito importante
a fim de que possamos entender e avaliar a importância
 do afro-descendente na nossa cultura e a negligência
da mídia quanto sua atuação como membro importante
na vida social brasileira.
Todos sabem que a história oficial negou aos negros
 a sua importância no desenvolvimento da nossa cultura,
relegando-o a um papel secundário,
tornando difícil a sua inclusão social.”
” A cor do céu, o verde-azul do mar, os coqueiros, as mangueiras, os cajueiros, o perfume de suas flores, o cheiro da terra; as bananas, entre elas a minha bem amada banana-maçã; o peixe ao leite de coco;os gafanhotos pulando na grama rasteira;o gingar do corpo das gentes andando nas ruas, seu sorriso disponível à vida; os tambores soando no fundo das noites;
os corpos bailando, ao fazê-lo, ‘desenhando o mundo’, a presença, entre
as massas populares, de expressão de sua cultura que os colonizadores não conseguiram matar, por mais que se esforçassem para fazê-lo, tudo isso me tomou todo e me fez perceber que eu era mais um africano que pensava.”
(FREIRE, Paulo. Cartas à Guiné- Bissau. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978, p.13-4)

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